Autor: eric

20º Aniversário da Confraria da Cachaça do Brasil

No dia 6 de março de 2020, a Confraria da Cachaça do Brasil realizou sua tradicional festa para comemorar um especial vigésimo aniversário. Festa animada que contou com a animação de Moacir Alfran e Banda numa noite pra lá de especial. Na festa uma garrafa da Weber Haus Extra Premium foi dada a cada participante, além da degustação! Veja as fotos deste evento histórico para a Confraria da Cachaça do Brasil e seus Confreiros e Confreiras. 20o Aniversário da CCB CIMG_6444 Vigésimo Aniversário da Confraria da Cachaça do Brasil. Foto: André Silva CIMG_6533 Vigésimo Aniversário da Confraria da Cachaça...

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Ducentésima Trigésima Nona Degustação da Confraria da Cachaça do Brasil

Em sua mais recente degustação, ocorrida no dia 31 de janeiro de 2020, a Confraria da Cachaça do Brasil e seus Confrades e Confreiras puderam degustar as Cachaças Bola de Ouro e Bola de Prata, produzidas em São Sebastião, cidade do Agreste Alagoano, pela turma do Alambique Gogó da Ema, sob encomenda de Carlos Lira. A Cachaça Bola de Prata é um blend exclusivo de cachaças e é armazenada em tonéis de aço inox e jequitibá. A Cachaça Bola de Ouro tras em sua receita cachaças armazenadas em tonéis de jequitibá e umburana, com toques de bálsamo. Ambas tem...

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Ducentésima trigésima oitava degustação

No dia 20 de dezembro, a Confraria da Cachaça do Brasil promoveu a última degustação do ano de 2019. Com um mix de cachaças de qualidade, a CCB apresentou algumas das cachaças produzidas por membros da AGOPCAL – Associação Goiana dos Produtores de Cachaça. Cállida, Caialua, Castelo Branco, Boutt, Engenho Real, Fininha, Do Ministro, Cana da Terra, Mercedes, Minha Saudade, Dom Trajano, Vale do Cedro e Vale das Águas Quentes foram as presentes. Abaixo as fotos da última degustação realizada em 2019. Degustação Dezembro 2019 Degustação da Confraria da Cachaça do Brasil, Dezembro 2019 Foto: Francisco Miranda, dez/2019 Degustação...

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Que fim levou a caneta do flautista?

Conheci o músico e compositor Altamiro Carrilho (1924 – 2012) na manhã de uma sexta-feira, em 1998, no Recife. À noite, ele exibiria sua arte com a flauta transversal para um grupo de clientes especiais do Banco do Brasil, no auditório do prédio-sede, no cruzamento da Av. Rio Branco com o Cais do Apolo, centro da capital pernambucana. Com mais de 100 discos, fitas e compact discs gravados em nada menos que 60 anos de carreira, Altamiro Carrilho, junto com outros grandes instrumentistas – Armandinho, Dominguinhos, Paulinho Nogueira, Nivaldo Ornellas, Raphael Rebello, Wagner Tiso etc. -, dois anos antes havia participado do Projeto Tom Brasil, ação de marketing cultural que resultou na gravação e distribuição de caixas-brindes com obras primas daquele timaço de craques da Música Popular Brasileira. Ao recebê-lo e conversar por mais de hora, percebi que, antes do famoso instrumentista, estava diante de um homem em paz consigo mesmo, ainda entusiasmado, aos 74 anos, com aquilo que fazia, espirituoso, bem humorado, além de protagonista de boas histórias. Contou que certa noite, sofrendo muitas dores por força de uma apendicite aguda, teve que ir às pressas para o hospital particular mais próximo de sua casa, onde se submeteu a uma cirurgia de emergência. Até desfalecer sob efeito da anestesia, não pensava noutra coisa a não ser sobre como pagaria os honorários do cirurgião, dado que vivia financeiramente sufocado,  como quase todos os músicos brasileiros. A...

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