Apresentação da cachaça Bem me Quer à Confraria da Cachaça do Brasil.

No dia 29 de maio de 2016, durante o encontro mensal para degustação de cachaça de qualidade promovido pela Confraria da Cachaça, os confrades conheceram a Cachaça Bem me Quer.

Foram degustadas cachaças envelhecidas em toneis de bálsamo e carvalho francês, por período de um a três anos.

Segundo o produtor, tudo começou como uma “brincadeira” de fazer cachaça, na área de lazer na Fazenda Santo Antônio das Pitangueiras, na Vila Pitangui, a sétima região do ouro de Minas Gerais. O alambique foi construído há 30 anos ao lado de um casarão do século XVIII, que foi construído em 1715 e hoje é tombado pelo Patrimônio Histórico. Esse pequeno alambique, hoje a “mascote” da fábrica, tinha a capacidade de produzir 6 litros de cada vez. Atualmente o Alambique Santíssima produz duas marcas de cachaça, a Santa Romana e a Bem me Quer.

De propriedade do médico José Otávio de Carvalho e de sua esposa, a bailarina clássica, Rosana Romano, as cachaças ali produzidas, além do toque artesanal, atende a “rigorosas “ normas de padrões de qualidade, dando aos produtos um sabor suave da cana em perfeita harmonia com o amadeirado dos toneis.

Os tonéis usados para o envelhecimento são de carvalho (francês e americano) e de bálsamo brasileiro. As cachaças ficam  armazenadas por períodos de até 3 anos, dependendo da classificação de cada produto. A cachaça branca ou cristalina é conservada em dornas de inox.

Os confrades comprovaram a excelência do produto e aprovaram a concessão do Certificado de Cachaça de Qualidade ao produtor.

Entrega do Certificado

Entrega do Certificado

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