Produzida há mais de 140 anos, por três gerações, a cachaça Santa Rosa será degustada pelos membros da Confraria da Cachaça do Brasil, no próximo almoço do dia 27 de novembro, na sede de Rotary Clube, próximo a Ponte JK. Tudo começou com o patriarca da família Pentagna, Vito Pentagna, que decidiu, no século XIX, diversificar a produção da Fazenda Santa Rosa, plantando canaviais. Em 1871 importou da Inglaterra um engenho completo e deu início de sua cachaça.

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Localizada no Município de Valença, no Rio de Janeiro, a fazenda Santa Rosa preserva ainda o casarão com o mobiliário da época e um engenho movido a queda d’água de oito metros de altura.  Atualmente a Cachaça Santa Rosa tem uma diversidade de produtos, com tempo de envelhecimento variando de um a 14 anos, em barris de carvalho, amburana e jequitibá.

 

As cachaças Premium ganham sabores especiais conforme o tempo de envelhecimento. Já a cachaça Santa Rosa Comum, que é engarrafada após a destilação pode ser apreciada pura ou em batidas. A produção média anual da Santa Rosa é de 120 mil litros.

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Para o Presidente da Confraria, Orfeu Maranhão Barros, a apresentação de cachaças, cada vez mais, de melhores qualidades, é uma demonstração de que milhares de produtores espalhados pelo País têm se dedicado na busca da elevação do nível do destilado que é patrimônio do Brasil.

 

“Isto tem contribuído diretamente para o aumento do número de participantes de nossos almoços mensais”, afirmou Orfeu Maranhão Barros.

 

 

 

Assessoria de Imprensa da Confraria da Cachaça