No dia 12 de julho de 2015, a Confraria da Cachaça do Brasil promoveu uma visita ao Alambique Seriema, situado no município de Luziânia, Goiás, distante cerca de cem quilômetros de Brasília,  para conhecer o processo de fabricação da cachaça.

O grupo foi recebido pelo proprietário da fazenda, o Sr. Massimo Jório, que mostrou aos confrades sua produção de canas do tipo Java, e as instalações do alambique.

A produção da cachaça Seriema é totalmente artesanal, feita em alambiques especiais, desenvolvido pelo próprio Sr. Massimo, com o apoio de técnicos em destilação.

O alambique é fabricado com vários materiais: a caldeira é feita de cobre, o capitel é feito de cerâmica e o pescoço de cisne e o condensador são feitos de vidro. De acordo com o Sr. Massimo, com esses materiais evita-se que o vapor entre em contato com o cobre, reduzindo a contaminação do produto pelo metal.

A coleta do destilado começa a partir do momento em que alcança 50% de álcool e é interrompida quando o teor diminui para 40%. Com esse critério, apenas a porção conhecida como coração é aproveitada. O resultado é uma cachaça muito suave e com sabor e aroma agradáveis, mesmo antes de passar pelos barris de jequitibá rosa e carvalho.

O grupo teve a oportunidade de degustar várias garrafas de cachaça brancas e envelhecidas em carvalho e comprovou a boa qualidade do produto.

Participaram da visita os seguintes confrades: Orfeu Maranhão Moreira Barros e esposa (Helena Rodrigues Barros), Francisco das Chagas Miranda da Silva e esposa (Maria Goretti Castelar Torres Silva) João Maciel de Oliveira e esposa (Elizabeth Neves de Oliveira), Flávio Miranda da Silva, Lúcio Andrade Rodrigues da Cunha, Lusitano Abrantes Malheiro, Irene Deutsch, José Roberto Resende, Sebastião Augusto Machado, Ivan Vasconcelos de Gois e José Bonifácio.